Um novo ano, uma nova vida, um novo blog.
2017, meu caro, você veio para devolver luz à minha vida, definitivamente. Sou e serei eternamente grata. Após viver anos demasiadamente estranhos e ver a cor do fundo do poço com meus próprios olhos em 2016, o universo me presenteou com uma nova oportunidade. E essa nova oportunidade veio em forma de amigos, em forma de família, em forma de terapia e, principalmente, em forma de amor próprio. Tive a oportunidade de me redescobrir como ser humano, como mulher, como personagem essencial nessa história que estamos todos vivendo. E, bem, como poderia descrever o resultado disso tudo? Não sei, acho que não tenho a palavra exata. Mas poderia dizer resumidamente que foi o melhor resultado que poderia chegar. E 2016, na reta final (mais especificamente no dia 20 de dezembro, vejam bem), me presenteou com a oportunidade de amar e ser amada outra vez. Quantas pessoas encontram o amor genuíno? Às vezes tenho a sensação de que poucos são os que têm essa dádiva, por isso meu maior sentimento atual é: gratidão.
E cá estou, em 2017, a poucas semanas de completar meus 33 anos de vida, afirmando de boca cheia que não poderia estar mais feliz. Felicidade. Vivi em sua busca, enlouquecidamente, mas foi olhando para dentro de mim mesma que a encontrei - e dessa forma a encontrei também fora de mim, no outro.
Quero viver o agora. Nunca em toda minha vida isso foi tão nítido: viver o agora. Ser feliz agora.
Estou em paz.
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